Tributário e Fazenda Pública

Tributário da empresa: defesa fiscal e Reforma Tributária.

A defesa da empresa na cobrança e no litígio contra a Fazenda Pública, na via administrativa e na judicial, a regularização fiscal, a revisão da carga e a transição da Reforma Tributária (2026–2033).

Fazenda Pública · Dívida ativa

Certidão de Dívida Ativa

CDA
  1. 01Auto de infração
  2. 02Inscrição em dívida ativa
  3. 03Execução fiscal
  4. 04Bloqueio de bens
  5. 05Redirecionamento ao sócio

Toda cobrança da Fazenda tem uma via de defesa e uma fase certa para ela.

Defender

Auto de infração, execução fiscal e dívida ativa: a defesa na fase certa, medindo prescrição e vícios da cobrança.

Regularizar e planejar

Certidão negativa, parcelamento e transação, compensação, revisão de carga e a adaptação à Reforma Tributária.

Três esferas

Contencioso federal, estadual e municipal, com atendimento a distância em todo o Brasil.

  • Auto de infração
  • CARF
  • Execução fiscal
  • Dívida ativa
  • Certidão negativa
  • Parcelamento
  • Transação tributária
  • Compensação
  • Mandado de segurança
  • Reforma Tributária
  • CBS e IBS
  • Imposto Seletivo

Regularização e planejamento

Regularizar, recuperar e planejar a carga da empresa.

Cada frente começa pela análise do caso concreto e expõe o custo e o risco antes de qualquer passo.

EC 132/2023 · LC 214/2025 · ADCT, arts. 125 a 129

Reforma Tributária: a transição 2026–2033

A reforma do consumo substitui PIS/Cofins, ICMS e ISS pelo IVA dual (CBS federal e IBS estadual e municipal) e cria o Imposto Seletivo. Em 2026 há a fase-teste; a partir de 2027, a CBS substitui PIS/Cofins (ADCT, art. 126); de 2029 a 2032, as alíquotas de ICMS e ISS são reduzidas gradualmente, e os dois impostos são extintos em 2033 (ADCT, arts. 128 e 129). Cada setor tem regra própria: imóveis, locação, Simples, exportação. O escritório lê o impacto no negócio, revisa contratos e preços com as novas regras de crédito e não cumulatividade e prepara as obrigações acessórias que já começam em 2026.

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Elisão lícita (planejamento) · CTN, art. 168

Revisão de carga e créditos

Empresas recolhem mais do que devem por enquadramento equivocado, benefício não aproveitado ou crédito não recuperado. A revisão tributária, sempre pela via lícita (elisão, nunca evasão), identifica o que pode ser reduzido para frente e recuperado dos últimos cinco anos, com parecer que expõe a base legal e o risco de cada tese antes de qualquer passo.

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CTN, arts. 151, VI, e 171 · Lei 13.988/2020

Parcelamento e transação

O parcelamento suspende a exigibilidade do crédito enquanto é cumprido (CTN, art. 151, VI). A transação depende de lei do ente que cobra (CTN, art. 171): no âmbito federal, a Lei 13.988/2020; nos estados e municípios, a lei local. Ela pode reduzir multa, juros e encargos conforme a recuperabilidade do crédito. Como a adesão em regra exige confissão do débito, a conta vem antes: o desconto oferecido contra a chance da defesa.

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CTN, arts. 151, 205 e 206 · Lei 14.133/2021, art. 68

Certidão negativa e regularidade fiscal

Sem a prova de regularidade fiscal, a empresa não se habilita em licitações (Lei 14.133/2021, art. 68, III), entre outras restrições. A certidão positiva com efeitos de negativa é devida quando o débito está com a exigibilidade suspensa ou em execução garantida por penhora (CTN, art. 206). O escritório identifica o que trava a certidão e a medida para destravá-la: parcelamento, garantia, impugnação ou, diante de recusa indevida, mandado de segurança.

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Reforma Tributária

A transição, ano a ano

A reforma do consumo substitui PIS/Cofins, ICMS e ISS pelo IVA dual (CBS federal e IBS estadual e municipal). O escritório lê o impacto no negócio, revisa contratos e preços com as novas regras de crédito e não cumulatividade e prepara as obrigações acessórias que já começam em 2026.

  1. 2026 · Ano-teste da CBS e do IBS

    O ano-teste

    ADCT, art. 125

    2026 é o ano-teste da CBS e do IBS, com novas obrigações acessórias e ajustes de cadastro, notas e apuração. É o momento de mapear o impacto no setor e revisar contratos e preços com as novas regras de crédito.

  2. 2027 · CBS no lugar de PIS/Cofins

    A CBS substitui PIS e Cofins

    ADCT, art. 126

    A partir de 2027, a CBS, contribuição federal, substitui o PIS e a Cofins, e passa a ser cobrado o Imposto Seletivo. Com as novas regras de crédito e de não cumulatividade, contratos e preços precisam estar revistos.

  3. 2029–32 · ICMS e ISS em redução

    ICMS e ISS diminuem ano a ano

    ADCT, art. 128

    De 2029 a 2032, as alíquotas do ICMS e do ISS são reduzidas gradualmente, e o IBS, estadual e municipal, assume a parcela correspondente. Cada setor tem regra própria: imóveis, locação, Simples, exportação.

  4. 2033 · Fim do ICMS e do ISS

    ICMS e ISS deixam de existir

    ADCT, art. 129

    Em 2033, o ICMS e o ISS são extintos e o IBS passa a ser cobrado por inteiro, ao lado da CBS. As obrigações acessórias que começam em 2026 são a preparação para esse ponto.

Todos os temas

Cada situação, uma página.

O que a lei diz, os prazos que correm e o caminho direto para falar com o escritório.

O escritório também atende holding patrimonial, sucessão e ITCMD e patrimônio no exterior; os guias desses temas estão no site da Fantini Advocacia ↗

Contra a Fazenda Pública

Defesa fiscal, na esfera administrativa e na judicial.

Toda cobrança da Fazenda tem uma via de defesa e uma fase certa para ela. Da execução fiscal ao mandado de segurança, medimos prescrição, vícios e a estratégia adequada antes de agir.

Lei 6.830/1980 · CTN, arts. 173-174 · Súmula 435/STJ

Execução fiscal e defesa do contribuinte

Auto de infração, inscrição em dívida ativa, execução fiscal e bloqueio de bens. A defesa depende da fase: exceção de pré-executividade (matéria de ordem pública, sem garantia), embargos à execução (com garantia) e impugnação administrativa. Verificamos prescrição e decadência (CTN, arts. 174 e 173), a higidez da CDA e o cabimento do redirecionamento ao sócio (Súmula 435 do STJ).

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Lei 12.016/2009 · Súmula 213/STJ

Mandado de segurança tributário

Contra ato ilegal ou abusivo de autoridade fiscal, o mandado de segurança (Lei 12.016/2009) ampara direito líquido e certo — para afastar exigência indevida, liberar mercadoria ou bem retido, ou reconhecer o direito à compensação (Súmula 213 do STJ). O prazo é de 120 dias da ciência do ato (art. 23).

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CTN, arts. 165 e 168 · LC 118/2005 · Lei 9.430/1996, art. 74

Repetição de indébito e compensação

Tributo pago a maior ou indevidamente pode ser restituído ou compensado. O direito à restituição observa o prazo de cinco anos (CTN, art. 168; para tributos lançados por homologação, LC 118/2005), e a compensação no âmbito federal segue a Lei 9.430/1996 (art. 74). Levantamos os indébitos, quantificamos e conduzimos o pedido pela via administrativa ou judicial.

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LEF, art. 38 · Súmula Vinculante 28/STF · CTN, art. 151

Ação anulatória e declaratória

Para desconstituir um lançamento ou declarar a inexistência da obrigação tributária, a ação anulatória e a ação declaratória discutem o mérito do crédito. O depósito prévio não é condição para litigar (Súmula Vinculante 28 do STF); o depósito integral em dinheiro, quando feito, suspende a exigibilidade (CTN, art. 151, II; Súmula 112 do STJ).

Decreto 70.235/1972 · CTN, art. 151, III

Processo administrativo fiscal (impugnação e CARF)

Antes do Judiciário, o auto de infração pode ser combatido na esfera administrativa: impugnação e recurso — no âmbito federal, ao CARF (Decreto 70.235/1972) — com suspensão da exigibilidade enquanto pendente (CTN, art. 151, III). A escolha entre a via administrativa e a judicial é decisão estratégica, medida caso a caso.

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Prazos que contam

Na cobrança fiscal, o tempo conta

5anos

Para a Fazenda cobrar o crédito tributário, contados da constituição definitiva. Passado o prazo, a cobrança prescreve.

CTN, art. 174

5anos

Para pedir a restituição do tributo pago a maior ou indevidamente.

CTN, art. 168 · LC 118/2005

120dias

Da ciência do ato, para impetrar o mandado de segurança contra a autoridade fiscal.

Lei 12.016/2009, art. 23

Regras gerais. Cada caso tem marcos próprios de início, suspensão e interrupção, conferidos na análise.

Onde atuamos

União, estados e municípios.

Cada Fazenda tem legislação, órgãos de julgamento e programas de regularização próprios. O escritório atua no contencioso federal, estadual e municipal a partir de Belo Horizonte/MG, em Goiás, Minas Gerais e São Paulo, e atende a distância em todo o Brasil.

Uma cobrança a defender ou uma empresa a regularizar?

Envie o essencial (a cobrança, a autuação ou a operação em questão) e o escritório retorna com uma leitura técnica, com sigilo profissional.

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Como conduzimos

Diagnóstico, estratégia lícita e execução

  1. 01

    Diagnóstico

    Leitura da cobrança, da autuação ou da operação para definir o que cabe fazer e o que custa, antes de propor qualquer medida.

  2. 02

    Estratégia lícita

    Desenho da defesa, da regularização ou do planejamento, sempre por via lícita e com a base legal e o risco de cada tese expostos com clareza.

  3. 03

    Execução

    Protocolo e acompanhamento até a solução, com prazos controlados e comunicação direta em cada etapa.

Advocacia é atividade de meio: o trabalho é de planejamento lícito, informação honesta e condução diligente.

Toda cobrança da Fazenda tem uma via de defesa e uma fase certa para ela.

Moura e Fantini · Belo Horizonte

Perguntas frequentes

O que mais perguntam

O que a empresa precisa fazer com a Reforma Tributária em 2026?

2026 é o ano-teste da CBS e do IBS (ADCT, art. 125), com novas obrigações acessórias e ajustes de cadastro, notas e apuração. O essencial é mapear o impacto no setor, revisar contratos e preços com as regras de crédito e acompanhar o calendário: CBS no lugar de PIS/Cofins a partir de 2027 e extinção do ICMS e do ISS em 2033.

Recebi uma execução fiscal. O que faço?

Citado, o executado tem 5 dias para pagar ou garantir a execução (Lei 6.830/1980, art. 8º), e os embargos correm em 30 dias, contados do depósito, da juntada da prova da fiança ou do seguro garantia, ou da intimação da penhora (art. 16). Antes de garantir o juízo, verifica-se se cabe exceção de pré-executividade (prescrição, decadência, CDA nula), que não exige garantia. Muitas execuções têm vício que extingue ou reduz a cobrança; a análise técnica define a defesa adequada.

A empresa pode obter certidão com débito em aberto?

Pode obter a certidão positiva com efeitos de negativa quando o débito está com a exigibilidade suspensa (parcelamento, depósito integral, liminar, impugnação administrativa) ou em execução garantida por penhora (CTN, arts. 151 e 206). Diante de recusa indevida, cabe mandado de segurança.

A transação tributária vale para débitos estaduais e municipais?

A transação depende de lei do ente que cobra (CTN, art. 171). No âmbito federal, está na Lei 13.988/2020; estados e municípios têm leis e editais próprios. Em todos os casos, mede-se o desconto oferecido contra a chance da defesa antes de aderir.

Uma cobrança a defender ou a carga tributária da empresa a revisar?

Atendimento com sigilo, on-line em todo o Brasil. Pelo WhatsApp, o escritório retorna com uma leitura técnica do caso.

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